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Qual é a latência mínima da interface aérea exigida pelo Urllc em 5G?

Qual ​​é a latência mínima da interface aérea exigida pelo Urllc em 5G?

A latência mínima da interface aérea exigida pela Comunicação Ultra-Confiável de Baixa Latência (URLLC) em 5G é normalmente especificada como 1 milissegundo (ms) para comunicação unidirecional. Essa baixa latência é um recurso crítico do URLLC, que foi projetado para oferecer suporte a aplicações que exigem latência extremamente baixa e alta confiabilidade, como automação industrial, veículos autônomos e cirurgia remota. Vale a pena notar que atingir esta baixa latência envolve várias otimizações e melhorias na infraestrutura de rede 5G para garantir a entrega oportuna de dados com atraso mínimo.

A comunicação ultraconfiável de baixa latência (URLLC) é um dos principais serviços de comunicação que a tecnologia 5G pretende oferecer. URLLC foi projetado para atender aplicações e casos de uso onde latência extremamente baixa e alta confiabilidade são fundamentais. Essas aplicações incluem automação industrial, veículos autônomos, cirurgia remota e outros cenários de missão crítica. Para atender aos requisitos rigorosos desses casos de uso, o 5G estabelece uma meta de latência mínima da interface aérea, o que é crucial para o sucesso do URLLC.

Meta de latência mínima da interface aérea

Em 5G, a meta mínima de latência da interface aérea para URLLC é normalmente especificada como 1 milissegundo (ms) para comunicação unidirecional. Isso significa que o tempo que um pacote de dados leva para viajar do remetente (transmissor) até o receptor (receptor) na rede sem fio não deve exceder 1 ms. Este objectivo ambicioso é significativamente inferior ao que foi alcançado com as gerações anteriores de tecnologia sem fios, tornando-o adequado para aplicações que exigem transferência de dados quase instantânea.

Desafios para alcançar baixa latência

Alcançar uma latência tão baixa na interface aérea não é uma tarefa simples e requer diversas otimizações e melhorias na infraestrutura da rede 5G:

  1. Tempos de transmissão reduzidos: 5G incorpora técnicas para minimizar o tempo necessário para transmitir dados. Por exemplo, utiliza modulação avançada e esquemas de codificação para transmitir mais dados em menos tempo.
  2. Edge Computing: as instalações de edge computing são implantadas mais próximas dos usuários finais, reduzindo a distância física que os dados precisam percorrer. Isso ajuda a reduzir a latência, pois os dados podem ser processados ​​e tratados mais perto da fonte.
  3. Fatiamento de rede: 5G permite o fatiamento de rede, onde diferentes “fatias” da rede podem ser alocadas para diferentes aplicações. URLLC pode ter sua fatia de rede dedicada, garantindo baixa latência sem interferência de outro tráfego.
  4. Prioridade e QoS: mecanismos de qualidade de serviço (QoS) em 5G dão prioridade ao tráfego URLLC, garantindo que ele seja transmitido com atraso mínimo, mesmo durante o congestionamento da rede.
  5. Tecnologias Avançadas de Antena: O uso de tecnologias avançadas de antena como Massive MIMO (Multiple-Input, Multiple-Output) aumenta a eficiência espacial da rede, reduzindo o tempo que leva para os sinais chegarem ao seu destino. destino.

A latência mínima da interface aérea exigida pelo URLLC em 5G é de 1 milissegundo, tornando-o adequado para aplicações que exigem latência ultrabaixa e alta confiabilidade. Alcançar essa baixa latência envolve uma combinação de técnicas como tempos de transmissão reduzidos, computação de ponta, fatiamento de rede, priorização de QoS e tecnologias avançadas de antena. Essas otimizações permitem coletivamente que o 5G atenda aos rigorosos requisitos dos casos de uso de URLLC, revolucionando as indústrias e possibilitando novas aplicações que não eram viáveis ​​com as gerações anteriores de tecnologia sem fio.

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